eu
fui sortuda por ele me deixar... só agora percebo que fiz poesia com
minha dor... e com ele fiz historinhas passageiras de amor... pensei em
morrer, mas deus me livra de tamanhas porcarias. d.t. 22/03/2015
se houvesse tempo para me despedir.... mas perco tempo com outras coisas... um dia ... um tchau talvez... um oi, quem sabe.
obrigada por me desamar, meu desamor
Qual Ioga, qual nada! A melhor ginástica respiratória que existe é a leitura, em voz alta, dos Lusíadas.Mário Quintana
contos de fadas e mitologias tenho medo do ser humano olho em seus olhos e deus não está lá eu não sou o que você vê e nem você é estamos nos substituindo por maldades ninguém lê o que se imprimiu nos outros, Será mesmo que somos responsáveis pelo que nos fazem? Pessoas são uma espécie de indústrias produzem egoisticamente aquilo que acreditam ser o certo.. estamos empanados no perecível ..está difícil viver neste mundo boçal d.t.
Que eu consiga descobrir onde foram parar minhas chaves.
Me lembro que caíram em um lugar e eu pensei... nossa se eu não tivesse as visto cair aqui iria perdê-las Então... tocou o telefone, a roupa centrifugou e a chave... bom... a chave ficou não sem onde...
Hj foi um longo dia de prosa e pulos com são longuinho...mas ... nem o santo se lembra para me ajudar... a vida segue com a chave de reserva .
Dou graças ao tempo que acaba com o ridículo de gente ridículas. (eu sou uma ridícula semi acabada.) d.t.: 24:07:4 ps: estou ciente e quero continuar a ridicularizar
Não quero ser algo que dê vergonha.
creio que se eu falasse com Bukowski.., ele me diria: Você mulher trepe cada dia com um homem diferente, pois eles serão melhores do que você já conhece.
"Você vai mesmo sair com um cara que não conhece? Não dá pra ser pior do que os caras que eu conheço."
"Um covarde não ama, ou não ama de verdade, dá no mesmo."
filme: meia noite em paris
'For God so loved the world that He gave His only Son'
que todo mundo tenha : Uma mão para segurar, um ombro para deitar, um abraço para morar.
“- Qual é o problema, Alice? - Eu sou o problema.” (Alice no País das Maravilhas)
"O" é uma mulher livre e independente, que é
levada por seu amante René a um castelo situado em Roissy, perto de
Paris, onde ela se torna uma escrava de René e outros homens. Após esse
periodo em Roissy é entregue ao Sr. Stefan que compartilha
os direitos de tê-la como escrava com René, aos poucos René se afasta e
ela vai sendo apenas do Sr. Stefan que agora submeterá ela aos cuidados
de Marie em sua casa, "O" é marcada a ferro quente com as iniciais de
seu novo mestre Sr. Stefan e é submetida, por sua própria vontade e
consentimento, a uma variedade de práticas sexuais sadomasoquistas.
A
História de O (em francês: Histoire d'O) é um romance erótico escrito
por Anne Desclos sob o pseudônimo Pauline Réage e publicado na França em
1954.