surdez abstrata
fechei meus olhos para ouvir melhor o mundo
o tempo passou e percebi que apodreci
minha vida nunca será a mesma
mesmo que meu nariz seja a minha seta
meus pensamentos serão meus precipícios
descalça e sem meias...
fui ali me suicidar nos infernos alheiros
e não volto.
o tempo passou e percebi que apodreci
minha vida nunca será a mesma
mesmo que meu nariz seja a minha seta
meus pensamentos serão meus precipícios
descalça e sem meias...
fui ali me suicidar nos infernos alheiros
e não volto.
Crossroads (Tradução)
Todos vocês pensam que possuem a minha vida
Mas vocês nunca fizeram um sacrifício
Demônios estão no meu caminho
Estou na cruzilhada do inferno
Olho para esquerda, olho para direita
Há mãos que me agarram por todos os lados
Todos você pensam que eu tenho um preço
Pelo qual eu venderei tudo que é meu
Vocês pensam que dinheiro comanda enquanto todo resto falha
Vá vender a sua alma e manter-se em sua concha
Estou tentando proteger o que mantenho dentro de mim
Todas as razões pelas quais eu vivo minha vida
Alguns dizem que o diabo é um ser místico
Eu digo que o diabo é um homem
Ele é um tolo, um mentiroso e um ladrão
Tentará te dizer o que você quer
Tentará te dizer o que você precisa
Em pé no ponto
A estrada cruza por você
O que está atrás de você?
Para que lado você vira?
Quem virá para te encontrar primeiro
Seus demônios ou seus deuses?
Todos vocês acham que controlam minha vida
Dizem que eu deveria estar disposta a me comprometer
Eu digo: todos vocês, demônios, voltem para o inferno
Salvarei minha alma, salvarei a mim mesma
solto de seus pés para segurar em tuas mãos
mais facil conduzir-te assim pela vida.
tropeças na pedra que desenhastes em giz
e de repente suicida-se uma lágrima deste teu olhar
voz que grita dentro de ti
apenas um dor solitária que corre no leito de sua face
e insiste a gotejar ... poça dágua que afoga seus versos,
suas preces... seu giz.
em mim encerra o barulho
seu soluçar comovente
Será convincente para mim que não tenho mais tempo?
amadureci forçadamente com o calor do sol
fiquei encruada e podre por dentro
guardo alguns sabores doces para ceia
e te convido a ceiar
ceia envenenada das manias
que me tornaram chata
chata é a moeda que deixei para comprar o pão
onde a embalagem serviu de papel recado
ali deixei escrito: SUMA!
mais facil conduzir-te assim pela vida.
tropeças na pedra que desenhastes em giz
e de repente suicida-se uma lágrima deste teu olhar
voz que grita dentro de ti
apenas um dor solitária que corre no leito de sua face
e insiste a gotejar ... poça dágua que afoga seus versos,
suas preces... seu giz.
em mim encerra o barulho
seu soluçar comovente
Será convincente para mim que não tenho mais tempo?
amadureci forçadamente com o calor do sol
fiquei encruada e podre por dentro
guardo alguns sabores doces para ceia
e te convido a ceiar
ceia envenenada das manias
que me tornaram chata
chata é a moeda que deixei para comprar o pão
onde a embalagem serviu de papel recado
ali deixei escrito: SUMA!
capotei em minha cama
o dormir me faz esquecer dos montros
me faz descansar desta vida
descanso em sonhos:
me faz ver cenas desconexas
me traz a escuridão
me traz mundo monocromático
me traz erotismo
... me traz pessoas mortas que sinto saudades
me traz sons
nunca senti frio ou odio ou o sono dentro dos sonhos
mas já me apaixonei sonhando com alguém
já desejei voltar pro mesmo sonho,
mas nunca pra mesma vida.
Conclui que vou morrer em paz.
o dormir me faz esquecer dos montros
me faz descansar desta vida
descanso em sonhos:
me faz ver cenas desconexas
me traz a escuridão
me traz mundo monocromático
me traz erotismo
... me traz pessoas mortas que sinto saudades
me traz sons
nunca senti frio ou odio ou o sono dentro dos sonhos
mas já me apaixonei sonhando com alguém
já desejei voltar pro mesmo sonho,
mas nunca pra mesma vida.
Conclui que vou morrer em paz.
Assinar:
Postagens (Atom)


